
Neste mundo de todos que a ninguém pertence
Minha pertença que em ti se dissolveu
Convicta de um crepúsculo que tudo vence!
Não perdida nem encontrada em ti reflecti
Este sol na despedida do passado que enfrentei
Deixando o vento cantar o meu poema sobre ti
Convicta de um crepúsculo do quanto te amarei!
Em ti realçaram teus tons quentes de quem quer amar,
Suavizando minha dor da solidão ao vislumbrar a felicidade
Nossas mãos se uniram num só pincel e começaram a pintar,
Sobre o vazio da tela da vida esbatendo as cores vivas da cumplicidade!
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